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Gêneros › Downtempo & Ambient
Downtempo & Ambient

Neoclássico Moderno

Surge por volta de 2004 · Alemanha · Também: Modern classical

Piano, cordas e eletrônica sutil em composições minimalistas.

Origem

Europa, anos 2000. Compositores com formação clássica, mas criados com pop e música eletrônica, passaram a escrever peças curtas para piano, cordas e eletrônica sutil. Max Richter, nascido na Alemanha, lançou The Blue Notebooks em 2004, o islandês Jóhann Jóhannsson já tinha feito Englabörn, e Berlim virou um polo com Nils Frahm. O selo Erased Tapes, de Londres, deu casa a boa parte da cena.

Como soa

Piano, muitas vezes gravado bem de perto, com o ruído das teclas e dos pedais à mostra. Cordas lentas, harmonias simples e repetitivas herdadas do minimalismo de Arvo Pärt e Steve Reich, drones e eletrônica discreta. Peças curtas, emotivas, sem virtuosismo. Mais acessível que a música erudita contemporânea e mais intimista que o ambient.

De onde vem o nome

"Neoclássico" e "modern classical" são rótulos de mercado, usados por lojas e plataformas. Vários dos próprios compositores não se sentem bem com eles.

Comece por aqui
On the Nature of Daylight
Max Richter · 2004

Discos essenciais

Linha do tempo

  1. 2002Jóhann Jóhannsson lança Englabörn.
  2. 2004The Blue Notebooks, de Max Richter, vira referência.
  3. 2007Nasce o selo Erased Tapes, em Londres.
  4. 2015Richter lança Sleep, obra de mais de oito horas.
Curiosidade

Felt foi gravado à noite com feltro sobre as cordas do piano, para Nils Frahm não incomodar os vizinhos. O som abafado virou a marca do disco.

Artistas-pilar

Nils Frahm, Ólafur Arnalds, Max Richter

Família

Raízes: Ambient

Influências: Post-Rock

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