Tech Trance
Trance com bumbo e percussão de techno.
Origem
Começo dos anos 2000, entre Holanda, Bélgica e Itália. O trance estava ficando doce demais, e alguns produtores puxaram para o lado oposto: mais percussão, menos melodia. Na Itália, Mauro Picotto já fazia no fim dos anos 90 um trance duro e percussivo. Na Holanda, Marco V e depois Sander van Doorn transformaram o tech trance em som de pista grande, tocado nos mesmos festivais do trance melódico.
Como soa
Entre 135 e 145 BPM. Bumbo pesado e seco, hi-hats e percussões de techno, loops que se repetem com pequenas variações. A melodia, quando aparece, é curta e cortante, mais riff que canção. Breakdowns curtos, sem vocal emotivo. Fica no meio do caminho entre o trance e o techno, com mais tensão que euforia.
Discos essenciais
- Komodo Mauro Picotto · 2000 · faixa
- Punk Ferry Corsten · 2002 · faixa
- Supernaturalistic Sander van Doorn · 2008
Linha do tempo
- fim dos anos 90Mauro Picotto emplaca uma série de faixas de trance percussivo.
- começo dos anos 2000O rótulo tech trance se firma na Holanda.
- meados dos anos 2000Marco V e Sander van Doorn levam o som aos grandes palcos.
- fim dos anos 2000Boa parte do público migra para o electro house e o techno.
Mauro Picotto batizou vários dos seus sucessos com nomes de répteis: Lizard, Iguana e Komodo. Ele vinha da Media Records, a fábrica italiana de hits de dance dos anos 90, antes de virar nome de peso nas pistas de trance mais duras.
Artistas-pilar
Marco V, Sander van Doorn, Mauro Picotto
Família
Raízes: Trance
Influências: Berlin Techno