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Gêneros › House
House

Tech House

Surge por volta de 1994 · Reino Unido

House com a secura e o groove minimalista do techno.

Origem

Londres, meados dos anos 1990. DJs como Terry Francis, Nathan Coles e Eddie Richards, das festas Wiggle, misturaram o groove da house com a secura do techno de Detroit e o minimalismo de Chicago. O clube The End, aberto em 1995 por Mr. C e Layo Paskin, virou a casa desse som. Nos anos 2010 o gênero explodiu de novo, mais funky e mais pop, com selos como Dirtybird e Hot Creations e, depois, hits de pista como os do australiano Fisher.

Como soa

Entre 120 e 128 BPM. Bumbo e baixo grossos de house, mas timbres e percussão de techno: chimbais metálicos, sons sintéticos curtos, pouca harmonia. Na versão britânica original, era sóbrio e hipnótico. Na versão recente, de festival, o baixo ganha balanço e entram frases vocais curtas, repetidas como bordão. É house para quem quer mais pegada e menos melodia.

De onde vem o nome

É a junção direta de techno e house. Mr. C costuma ser apontado como um dos primeiros a usar o termo em Londres, mas a paternidade é discutida.

Comece por aqui
Who's Afraid of Detroit?
Claude VonStroke · 2006

Discos essenciais

Linha do tempo

  1. 1995Mr. C e Layo Paskin abrem o The End, em Londres.
  2. fim dos anos 90As festas Wiggle consolidam o som tech house britânico.
  3. meados dos anos 2000Claude VonStroke cria o selo Dirtybird, em San Francisco.
  4. 2018Losing It, de Fisher, vira hino de festival e é indicada ao Grammy.
Curiosidade

Mr. C, um dos pais da cena, foi o rapper do The Shamen e canta em Ebeneezer Goode, que chegou ao primeiro lugar nas paradas britânicas em 1992.

Artistas-pilar

Terry Francis, Mr. C, Fisher

Família

Raízes: Deep House Detroit Techno

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