Tech House
House com a secura e o groove minimalista do techno.
Origem
Londres, meados dos anos 1990. DJs como Terry Francis, Nathan Coles e Eddie Richards, das festas Wiggle, misturaram o groove da house com a secura do techno de Detroit e o minimalismo de Chicago. O clube The End, aberto em 1995 por Mr. C e Layo Paskin, virou a casa desse som. Nos anos 2010 o gênero explodiu de novo, mais funky e mais pop, com selos como Dirtybird e Hot Creations e, depois, hits de pista como os do australiano Fisher.
Como soa
Entre 120 e 128 BPM. Bumbo e baixo grossos de house, mas timbres e percussão de techno: chimbais metálicos, sons sintéticos curtos, pouca harmonia. Na versão britânica original, era sóbrio e hipnótico. Na versão recente, de festival, o baixo ganha balanço e entram frases vocais curtas, repetidas como bordão. É house para quem quer mais pegada e menos melodia.
De onde vem o nome
É a junção direta de techno e house. Mr. C costuma ser apontado como um dos primeiros a usar o termo em Londres, mas a paternidade é discutida.
Discos essenciais
- La La Land Green Velvet · 2001 · faixa
- Who's Afraid of Detroit? Claude VonStroke · 2006 · faixa
- Losing It Fisher · 2018 · faixa
Linha do tempo
- 1995Mr. C e Layo Paskin abrem o The End, em Londres.
- fim dos anos 90As festas Wiggle consolidam o som tech house britânico.
- meados dos anos 2000Claude VonStroke cria o selo Dirtybird, em San Francisco.
- 2018Losing It, de Fisher, vira hino de festival e é indicada ao Grammy.
Mr. C, um dos pais da cena, foi o rapper do The Shamen e canta em Ebeneezer Goode, que chegou ao primeiro lugar nas paradas britânicas em 1992.
Artistas-pilar
Terry Francis, Mr. C, Fisher
Família
Raízes: Deep House Detroit Techno