Brostep
Dubstep americano com wobbles agressivos e drops de festival.
Origem
Estados Unidos, por volta de 2010. Produtores britânicos como Caspa, Rusko e Flux Pavilion já vinham puxando o dubstep para graves mais agressivos e cheios de médios. Quando o som chegou aos festivais americanos, ganhou escala de estádio. Skrillex virou o rosto do movimento, ao lado do canadense Excision e do inglês Zomboy, e o gênero dominou a cena EDM no começo da década.
Como soa
Por volta de 140 BPM em meio tempo, mas com foco nos médios: baixos que gritam, rosnam e mudam de forma a cada compasso, quase como guitarras de metal. A estrutura é feita de buildups e drops explosivos. Diferente do dubstep de Croydon, que aposta no sub-grave e no espaço, aqui tudo é alto, denso e teatral.
De onde vem o nome
Começou como apelido pejorativo, ligando o som ao público "bro" (o jovem americano de academia e fraternidade). Muitos fãs e artistas rejeitam o termo.
Discos essenciais
- Scary Monsters and Nice Sprites Skrillex · 2010
- I Can't Stop Flux Pavilion · 2010 · faixa
- Bangarang Skrillex · 2011
Linha do tempo
- final dos anos 2000Produtores britânicos endurecem o dubstep.
- 2010Skrillex lança o EP Scary Monsters and Nice Sprites.
- 2011Jay-Z e Kanye West sampleiam "I Can't Stop" em "Who Gon Stop Me".
- 2012Skrillex leva três Grammys.
Antes da carreira eletrônica, Skrillex (Sonny Moore) era vocalista da banda de post-hardcore From First to Last. A energia de show de rock ficou no brostep.
Artistas-pilar
Skrillex, Excision, Zomboy