Breaks
Breakbeat de pista com baixo grosso e groove funky.
Origem
Reino Unido, final dos anos 1990. Com o big beat perdendo fôlego, DJs e produtores de Londres e Brighton quiseram um breakbeat mais de clube: menos rock, mais grave e mais groove. Rennie Pilgrem, Adam Freeland, os Plump DJs e os Stanton Warriors deram forma ao som, que ficou conhecido como nu skool breaks e virou presença fixa nas pistas britânicas, australianas e americanas no começo dos anos 2000.
Como soa
Por volta de 130 a 135 BPM, com breaks quebrados e bem compactados, sem o bumbo reto do house. Baixos grossos e sujos, às vezes de acid, às vezes de electro. Influência de hip-hop, funk e electro, com produção mais limpa e técnica que no big beat. Fica entre o peso do drum and bass e o balanço do house.
De onde vem o nome
"Nu skool breaks" servia para separar o som novo dos breaks antigos do hip-hop e do hardcore. A invenção do termo costuma ser atribuída a Adam Freeland, mas isso não é consenso.
Discos essenciais
- Coastal Breaks Adam Freeland · 1998
- Wide Angle Hybrid · 1999
- The Stanton Sessions Stanton Warriors · 2001
- The Gods Made Me Funky Plump DJs · 2003
Linha do tempo
- 1998A mixagem Coastal Breaks, de Adam Freeland, ajuda a definir o som.
- 1999O Hybrid mistura breaks, orquestra e progressive em Wide Angle.
- início dos anos 2000Os breaks lotam clubes no Reino Unido, na Austrália e nos Estados Unidos.
- meados dos anos 2000O gênero se aproxima do electro e perde espaço para o fidget house e o dubstep.
Os breaks fizeram enorme sucesso fora da Inglaterra, especialmente na Flórida e na Austrália, que tinham cenas próprias de breakbeat bem antes da moda chegar a Londres.
Artistas-pilar
Plump DJs, Stanton Warriors, Adam Freeland
Família
Raízes: Big Beat